quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

Sacopã

Vislumbro a paisagem, olhos 
ao fundo de uma lagoa 
Alaga-nos à fronte 
de saudade 

De braços estendidos, silhuetas
eretas de desejo revestidos 
Aponto para 
a casa – um só corpo 

Para onde vão os barcos?
Neste lago sequer 
percebo o fim 

Vejo-o infinito. A nós. Infindando-o. 

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