terça-feira, 29 de junho de 2021

declame todos os poemas que forem meus

as vezes eu imagino
com demasiada ternura
pois nunca esqueceria do seu corpo 
e o corpo no espaço
que você escreve versos à mim
todos os dias antes de morrer 
crio que você me inventou um planeta
próximo ao meu nome 
as vezes eu imagino
que quando você lambe o amor
é o meu corpo que recita 
e eu me sinto egoísta 
mas me sinto grande
como nunca imaginei a distância 

2 comentários:

  1. existe um limbo onde essa comunicacao transborda a existencia e o entendimento humano, e acho que vc eh quem mais entende disso. nao comprei seu livro, mas tenho certeza que te li, leio e lerei de uma forma mais completa e inexoravel, jamais explicada ou explicavel, gy.

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  2. Adorei, a "demasiada ternura" essa é a parte da alma que tu põe no poema, o demais é poesia que tu respira enquanto sente a vida, brincando com tua imaginação e criatividade.
    Grande abraço e bom fim-de-semana.

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