café e dores

café e dores

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Fiquei nervosa pensando no quanto ficava nervosa, e o que me vinha era vontade de rasgar o verbo, bem à frente, um verbo daqueles supostamente bem feito 

Minha alma tem um pouco daquela vivacidade que assistia o corpo desfeito 
Desde que saí de um lugar desconhecido, que me tenho perdido. Mas é que já me encontrei perdida, e fico nervosa quando me perco. 

Faz tanto sol em meados de agosto, e gosto quando chove desprevenido bem chuva de verão. Mas tem dias que é só tempestade, sabe daqueles acessos, faz dias que são assim, mas não lamento o poder da natureza, não há mal nisso, e por isso sei que experimento a alegria como um estado de permanência 

Pra fazer menção de que estou viva, publico fotografias, imagina as paredes de uma casa, tudo vermelho, o que você vê? Olha bem pra dentro dessa casa. Descreve pra mim esse sentimento. 

Você também se sente perdido, eu sinto. Podemos sair e tomar aquela brisa que faz gostoso em agosto. Gosto desse gostar tranquilo. Mas é
O impossível que não tenha notado que alguma coisa aconteceu, considerando a hipótese, sei lá. Fica difícil dizer que não aconteceu, ou não dizer. 

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